“O problema só é meu se eu der
causa”!
O "problema" dos
problemas é que as pessoas imaturas (emocional ou psicologicamente) confundem o
desconforto de não ter a solução imediata do problema (gerando um subproblema)
com o problema em si e então buscam solução imediata nos outros, (como a
criança que corre pra mamãe quando erra ou está com medo) mas nem sempre os
outros têm a disposição ou a qualificação para solucionar o problema original (situacional)
ou não conseguem detectar o subproblema (emocional) e por terem ou criarem
laços afetivos assimilam o problema alheio e o sente como seu e se consome em
pensamentos e angústias para resolver o problema.
O problema situacional do outro
deve ser resolvido pelo outro, pois ele foi quem gerou deu a causa, se ele
arrumou o problema ele que resolva, porém isso não o impede de pedir ajuda para
ampliar seu julgamento e campo de ação, mas ajuda no sentido de consultoria
qualificada, como um conselho, uma orientação, pois no final a decisão de
seguir tal conselho ou sugestão será somente dele. Se um cano estoura na minha
casa eu chamo o encanador que é especialista em resolver problemas de
encanamentos, se eu quebro uma perna eu vou ao hospital e não numa oficina
mecânica... xingar, reclamar, lamentar, culpar os outros, obviamente não irá
resolver o problema objetivo, pelo contrário somente irá adiar sua resolução.
O subproblema é uma reação
emocional ao problema situacional, ou seja, como nos sentimos em relação a dado
problema: apreensivos, ansiosos, com medo, seguro, confiantes, certos da
resolução do mesmo... Nesse tipo de problema para não o tornarmos nosso,
devemos ter empatia ou compreensão para entender ou detectar o teor emocional
do outro, sem contanto nos envolvermos principalmente nas emoções negativas,
mas devemos manter nossa postura calma e imparcial para assim estarmos
qualificados a ajudá-lo no sentido de fomentar sentimentos ou emoções positivas
como a manter a calma, a confiança na resolução e confronto dos problemas.





